Resiliência cibernética não se improvisa
A transformação digital aumentou a produtividade e a conectividade das empresas, mas também ampliou sua exposição a riscos e incidentes cibernéticos capazes de afetar operações, dados, recursos financeiros, fornecedores e serviços essenciais.
Em artigo publicado no Poder360, nosso sócio Rony Vainzof analisa como o avanço da inteligência artificial e da automação adiciona novas camadas aos desafios de cibersegurança, aumentando a velocidade e a escala das ameaças. Nesse cenário, a discussão vai além da prevenção de ataques e passa pela construção de resiliência cibernética: a capacidade de manter funções essenciais, responder de forma coordenada, recuperar operações e adaptar-se diante de incidentes.
O artigo aborda por que a gestão de riscos cibernéticos, a preparação para incidentes e a continuidade das operações se tornam cada vez mais relevantes para organizações inseridas em ambientes digitais e interconectados.